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“Não sou uma vereadora assistencialista”, diz Fran Schmitz

16/06/2017 �s 14:17

Em tempos obscuros para a política nacional, vereadora opta por autenticidade e discurso conciliatório. “Precisamos participar de forma positiva, repercutindo as nossas boas ações”.
Por Lucas Carniel

Vereadora Franciele Schmitz
Francisco Beltrão - Citando o badalado filósofo Mario Sergio Cortella, a vereadora beltronense Franciele Schmitz (PSDB) explica o atual momento vivido pela política brasileira. “Podemos entender esse momento por qual passamos como uma sujeira ou como a possibilidade do início da limpeza. Existem muitas coisas erradas dentro dos partidos, na política brasileira de forma geral, mas podemos optar por cruzar os braços e não fazer nada ou participar de alguma forma positiva, repercutindo as nossas boas ações aqui”, destacou.

Quando atendeu o pedido do partido para candidatar-se ao cargo de vereadora, em 2016, Fran decidiu agir. Psicóloga por formação e chefe do escritório regional da Secretaria da Família e Desenvolvimento Social nos últimos quatro anos (foi substituída por Atanázia Pedron), articulou sua campanha de maneira muito bem organizada. O pai, Ademir Schmitz, funcionário público municipal aposentado, vereador na década de 1990 e secretário de Interior nas administrações de Vilmar Cordasso (2001/2008) e Wilmar Reichembach (2009/2012) foi um dos mentores da campanha. “Sempre tive uma ligação muito forte com a política, principalmente por causa de meu pai. Desde pequena sempre estive envolvida com política”, frisou.

Palestrante, graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e adepta da Psicoterapia Psicanalítica Breve, o conhecimento acadêmico ajudou-lhe a entender as demandas dos eleitores e lograr êxito na mensagem positiva repassada para eles. Não à toa, ela foi a candidata mais votada nas eleições do ano passado, com 1.783 votos. “Quando chegávamos nas casas para as visitas, os homens conheciam o meu pai e as mulheres me conheciam, por causa das palestras. Colocamos muito coração na campanha, sempre tentei ser muito autêntica, além de ter recebido um respaldo importantíssimo da minha família, e isso deu muito certo”, destacou.

Fran foi escolhida pelos colegas de bancada como líder do governo na Câmara. Em tese, a função lhe obrigaria a partir para o embate, muitas vezes intenso, com o objetivo de defender os interesses da administração municipal no legislativo. Em tese. Na prática, a tucana prefere adotar um tom conciliatório, inclusive, mantendo uma relação bastante próxima com vereadores da oposição. “Claro que sempre preciso defender os projetos do prefeito Cleber. Mas como líder do governo, se esperava que eu fosse mais para o enfrentamento. No entanto, prefiro sentar e discutir”, sublinha.

Os seis meses na Câmara lhes tem servido de aprendizado. Percebeu que o poder público é moroso e que o assistencialismo barato não é a melhor forma de auxiliar a população. “Como chefe do escritório regional da Secretaria da Família tinha um olhar sistêmico da Assistência Social, que mudou muito no Paraná nos últimos anos, quando a Fernanda Richa assumiu a Secretaria Estadual. Hoje existem políticas públicas bem planejadas para atender a esse setor, de forma a retirar as famílias da situação de vulnerabilidade social. Nesse sentido, a região Sudoeste teve muitos avanços. Mas como vereadora, além dessa visão da assistência, tenho de me aproximar de todas as áreas, manter um contato mais próximo da população, ouvir as demandas. Não sou uma vereadora assistencialista. Jamais vou atender a um pedido de facilitar para que uma pessoa avance na fila do SUS, mas como vereadora vou trabalhar e procurar os mecanismos legais para que essa fila ande e mesmo que está longe seja atendida o mais rápido possível. Para mim, isso é fazer política de maneira honesta e transparente”, defende.

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